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## Tour
### Description
### Title
tour.name = DRCN . Convento de Santa Clara
## Skin
### Multiline Text
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Claustro
Claustro edificado entre 1680-1683. Dispondo inicialmente de dois andares, o arranjo que hoje vemos resulta da adaptação dos dormitórios construídos na primeira década do século XVIII, que reforçaram a clausura e garantiram o resguardo das clarissas. Incorpora, desde 1960, as instalações da Polícia de Segurança Pública.
HTMLText_1FAF974B_1267_3B8E_41A7_07C65046A9E7.html = AVISO x
Nesta visita virtual convidamo-lo a percorrer alguns espaços, mas lembramos que há muito mais para descobrir no local.
HTMLText_20266F2E_2F5C_D381_41C4_25CF65775B7C.html = Convento de Santa Clara do Porto
Fundado em 1416, o convento de Santa Clara do Porto foi construído no limite oriental do Porto medieval, reaproveitando parte da muralha como cerca de clausura. A importância do conjunto foi reconhecida em 1910 com a sua classificação como Monumento Nacional, alargada em 1926 à muralha medieval, integrando-se no coração do Centro Histórico do Porto, classificado como Património da Humanidade pela UNESCO em 1996.
HTMLText_2C060499_2298_DFB5_41B2_4CC22CFE8569.html = Nave da igreja
A nave da igreja é delimitada a poente pelo coro, devidamente fechado pela grade. Outrora era ocultado por cortinas, que protegiam as religiosas dos olhares indiscretos e resguardavam a clausura. Até finais do século XVII, o coro garantia, também, o contacto das religiosas com o exterior, através do locutório e da “roda”. A pia gótica de água benta constitui uma reminiscência da primitiva construção medieval.
HTMLText_2C17B9EE_2298_A96E_4185_262CF074CC19.html = Miradouro dos Guindais
Posto de deleite e de vigia, o mirante «velho» permitia às clarissas gozar de uma vista privilegiada sobre a cidade, rio e mar. Localizado em frente ao Convento da Serra do Pilar, serviu de palco a cerimónias religiosas que envolviam as duas comunidades monásticas. A literatura oitocentista converteu-o numa das imagens mais representativas e simbólicas do Convento de Santa Clara do Porto.
HTMLText_2C222DE2_2299_A996_41B3_8D70CADD34DF.html = Mirante «velho» ou dos Guindais
A torre dos Guindais foi a primeira estrutura deste troço da muralha a ser convertida em mirante das religiosas. Apresentava um telhado de quatro águas, paredes rebocadas e caiadas, janelas e grades de ferro. Foi demolido, na década de 1930, durantes as obras de restauro conduzidas pela D.G.M.E.N., com o propósito de “devolver” à torre as feições da traça primitiva.
HTMLText_2C30CBDB_2288_A9B6_41BE_E47C0AD38436.html = Cobertura Capela-mor técnica
Na bilheteira, todo o balcão tem uma superfície de Resina Acrílica e lâmpadas verticais fluorescentes. Na parede oposta ao balcão, é possível observar ensaios de música, através do alumínio perfurado. Isto leva a uma interpretação imediata do objetivo do edifício que é integrar o visitante-utente, na maioria dos processos de produção musical.
HTMLText_2C36D4E0_2298_FF92_415D_ABD8B36F60B0.html = Grades
As grades de ferro forjado apresentam uma estrutura em quadrícula, reforçada por barras unidas por rebites. A superfície é fechada com lâminas recortadas de elaborado desenho floral, que tinha como missão resguardar a clausura e acentuar o efeito cenográfico do conjunto. Eram douradas a ouro na face voltada para a nave, alinhando, deste modo, com o brilho e a cor dos restantes materiais da igreja.
HTMLText_2C3AED92_2289_A9B6_4179_98C8AFFF41D4.html = Galeria ou «varanda» do alçado sul
Galeria interior que corre ao longo do alçado sul da igreja e que permitia a ligação entre as diferentes partes do convento. Proporcionava, também, a observação do interior da igreja, através das portadas e janelas abertas nas paredes, fechadas com grades para proteção e recato da clausura. Por ele é possível aceder igualmente ao órgão mudo.
HTMLText_2C72A5AC_229F_F992_41B5_5FC6BCA5ED3E.html = Nave da igreja
A nave da igreja mantém a forma primitiva, mas no século XVIII as paredes foram alteadas e as janelas rasgadas para uma maior iluminação do espaço. Do edifício gótico é visível, à entrada, a pia de água benta. As invocações dos altares prolongaram-se no tempo, mas as estruturas retabulares agregam elementos compositivos e decorativos dos séculos XVII e XVIII.
HTMLText_2CCF1FA9_2288_6992_41A8_B67D0BB7C1DA.html = Coro baixo
O coro baixo conserva o teto de caixotões executados por volta de 1680, embora tenha perdido a policromia original. A cor branca resulta da importante campanha de restauro dirigida pela D.G.E.M.N., em 1973. São ainda visíveis alguns vestígios de azulejo enxaquetado do século XVII.
HTMLText_2CF30FFF_2288_696E_41BA_FB4CD8429EDD.html = Coro alto
Entre 1677-1683 o interior do coro alto foi completamente transformado: construiu-se o teto de caixotões, que foram por sua vez pintados com as esmolas das religiosas; executou-se um novo cadeiral constituído por 64 cadeiras, distribuídas por dois andares; revestiu-se as paredes de azulejos e assentou-se o painel alusivo à Adoração do Santíssimo Sacramento, datado de 1680.
HTMLText_2CFF4861_229B_F692_41B9_B1621F5F317B.html = Convento e Horta
As estruturas mais antigas do convento foram construídas a sul da igreja, incluindo o claustro «antigo» que serviu de espaço funerário durante séculos. Um muro separava a área habitacional da horta, cuidada pelo hortelão da Casa. Nela cresciam árvores de fruto e cultivavam-se legumes que eram servidos à mesa das religiosas. A água marcava presença neste lugar “abençoado”, sacralizado pela presença de imagens milagrosas que operavam prodígios e curas milagrosas.
HTMLText_2F07E0C2_2288_B796_41B9_520F7BB9B22B.html = Cobertura da igreja
A complexa armação da cobertura da igreja, normalmente invisível ao visitante, agrega uma estrutura de madeira resultante de várias camadas de tempo. A suscetibilidade desta matéria orgânica, à humidade e aos organismos animais e vegetais, obrigou desde sempre a constantes reparações, alterações e substituições, resultando numa intrincada sobreposição de séculos.
HTMLText_2F4D45A5_2288_599D_41A1_37673D0E7206.html = Corredor e tardoz do coro alto
Corredor que permite a ligação aos dois níveis do coro alto. Nele são visíveis as reentrâncias dos nichos dos espaldares que enquadram pinturas e imagens. O tardoz do coro exibe materiais de várias fases de construção, que testemunham as várias campanhas artísticas levadas a cabo num espaço fundamental para a comunidade.
HTMLText_2F65BE47_2298_EA9E_41B2_12FB8C012168.html = Órgão e galeria ou «varanda» do alçado norte
Galeria interior que corre ao longo do alçado norte da igreja e que permitia o acesso ao órgão grande. A construção ou reparação constantes desta peça atesta a importância que a música assumiu nesta comunidade religiosa, reunindo uma amálgama de materiais de várias épocas. A «varanda» permitia ainda observar o interior da igreja através das janelas.
HTMLText_2F68EC8E_2298_AFAE_419C_EC81587C8225.html = Tardoz do retábulo-mor
O retábulo-mor foi construído entre 1730-1731. A frontaria esconde a complexa estrutura do tardoz, indispensável à encenação litúrgica. A disposição desta elaborada máquina retabular permite a circulação e acesso à tribuna, trono eucarístico e imagens.
HTMLText_2F7DFC04_2299_AE92_41B0_60ED33B33127.html = Capela-mor
A capela-mor resulta das transformações arquitetónicas e artísticas conduzidas entre meados do século XVII e XVIII. O revestimento integral em talha é obra do entalhador Miguel Francisco da Silva e foi executado entre 1730-1733. O douramento é mais tardio (1747-1748), aplicado pelos pintores Pedro da Silva Lisboa e António José Pereira. A monumental tela da tribuna é da autoria do pintor portuense Joaquim Rafael da Costa.
HTMLText_FAADA8BC_EE6E_78B6_41EB_C18830350C73.html = Pátio "de fora"
Espaço funcional, social e simbólico da comunidade, proporcionava a ligação com o interior da igreja, estruturas conventuais (através da Portaria), edifícios do «convento velho» e horta. Com o tempo foi transformado num pátio fechado, envolvido pelos dormitórios construídos nos séculos XVII e XVIII. Contando originalmente com um tanque de água, a sua remoção já no século XX privou-o de um dos seus elementos mais identitários..
HTMLText_FB01DDD8_EE6E_78FE_41A7_D9A71B48C0C4.html = Sacristia
A atual sacristia foi construída em 1686, no lugar de uma anterior levantada em 1619, a uma cota mais baixa, tal como evidenciaram, em janeiro de 2021, os trabalhos arqueológicos. A elevada humidade do lugar pode explicar as repetidas intervenções neste espaço. O arranjo do lavatório data de 1741, ano em que recebeu uma «pedra nova».
HTMLText_FB111EB7_EE6E_78B1_41CB_05B47B41C429.html = Corredor
Corredor de ligação entre o pátio «de fora» e a sacristia. Por ele se acede também à capela-mor e ao tardoz do respetivo retábulo maior.
HTMLText_FB57FA2C_EE6E_7B56_41E0_2C86BC9372D6.html = Tardoz do Altar do Menino Jesus
As paredes por detrás dos altares escondem diferentes camadas temporais de revestimento: composições de azulejo enxaquetado a azul e branco, colocados na primeira metade do século XVII; reboco a imitar a estereotomia da pedra, com as juntas de refechamento pintadas a branco e preto, dos primórdios de Quinhentos. As ombreiras das frestas conservam pintura mural desta mesma cronologia.
HTMLText_FB5EAB5B_EE6E_79F2_41D4_26C75F55A1CA.html = Tardoz do Altar de São João Evangelista
Nas paredes deste altar é visível a técnica de revestimento parietal muito divulgada nos séculos XV e XVI: a camada de reboco imita a estereotomia da pedra, criando juntas “fingidas” de refechamento visíveis pela cor e relevo. São percetíveis, ainda, as várias camadas de reboco sobrepostas. A complexa estrutura do tardoz é formada por elementos de acesso ao retábulo, destinados a apoiar a atividade litúrgica.
HTMLText_FB680C37_EE6E_7FB1_41EA_A2E7AF65BAB3.html = Púlpito
Os degraus em mármore permitem o acesso ao púlpito, executado em calcário de Lioz rosa. A tribuna reúne duas camadas cronológicas: a estrutura pétrea originalmente constituída por um balcão com colunas balaústres; os painéis de talha dourada e policromada do século XVIII. Elemento fundamental de apoio à liturgia, o púlpito aproximava os sacerdotes dos fiéis, que se faziam ouvir em vernáculo.
HTMLText_FB75BD1B_EE6E_7971_41A3_E25EEE042991.html = Tela de enrolar
A gigantesca tela que fecha a tribuna (5,7m x 3,77m) encontra-se enrolada no tambor ou rolo, engenho de madeira que a faz subir e descer por intermédio de cordas. A pintura, executada a óleo sobre tela, da autoria do pintor portuense Joaquim Rafael da Costa (1783-1864), data da segunda década do século XIX. Representa o milagre de Santa Clara a afastar os Sarracenos com o Santíssimo Sacramento.
HTMLText_FB99E8D0_EE72_78CF_41E5_3EABBF8BE6F3.html = Sala multimédia
Desconhece-se a função desta sala, certamente criada ou transformada no decurso do século XX, depois da fragmentação do convento. Sabe-se, no entanto, que estes espaços integravam antigos dormitórios e corredores de acesso ao claustro novo, construído em finais do século XVII. A abertura de arco quebrado, atualmente entaipada, alude a essa memória conventual. Funciona atualmente como sala multimédia de apoio às visitas.
### Tooltip
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