#: locale=en ## Tour ### Description tour.description = DRCN . Fundacação de Serralves 360 ### Title tour.name = DRCN . Fundacação de Serralves 360 ## Skin ### Multiline Text HTMLText_120D518D_1F7A_C1F2_41AB_693C4A68E104.html =
Vistas do interior da Casa de Serralves


Vistas do interior da Casa art déco e da exposição “Paula Rego: o Grito da Imaginação” apresentada entre de outubro de 2019 e março de 2020 na Casa de Serralves. Em destaque para a obra, Watcher, 1994 da artista Paula Rego realizada em pastel sobre papel montado em alumínio e pertencente à Coleção Privada em depósito na Fundação de Serralves.
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A Coleção de Serralves


A Coleção de Serralves funda-se na valorização do contexto português, integrando-o em âmbitos mais vastos de cariz internacional. A sua projeção afirma-se aquém e além-fronteiras, sendo apresentada regularmente em exposições temporárias no Museu e na Casa, assim como em mostras itinerantes no exterior da Fundação.
Do Museu fazem ainda parte a Biblioteca e o Auditório, espaços de estudo, entendimento, debate e reflexão das questões atuais e palco de inúmeras atividades de âmbito cultural e artístico, da dança e da música contemporâneas, passando pelo teatro e pela performance do nosso tempo.
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O estatuto de Monumento Nacional


O estatuto de Monumento Nacional reconhece a relevância e singularidade do património que aqui se apresenta, cujo estado de conservação é consequência de uma atenção continuada em termos de manutenção e restauro ao longo dos últimos 30 anos.
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“Paula Rego: o Grito da Imaginação”


Uma das mais emblemáticas obras da artista Paula Rego, a obra Possessão I–VII (2004) é composta por sete painéis desenhados à pastel. ocupa um dos espaços. O poderoso impacto produzido por este trabalho de seve à maestria técnica da artista e a força de sua expressão. Doação de Banco BPI, Grupo Cerealis, Grupo Sonae, Grupo Têxtil Manuel Gonçalves, Grupo Unicer, João Vasco Marques Pinto e Sogrape Vinhos, SA em 2005.
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O Património de Serralves


O Património de Serralves tem por base uma quinta com cerca de 18 ha, adquirida em 1987 pelo Estado Português, que mobilizou a sociedade civil para a concretização de um projeto para a promoção da cultura contemporânea no Porto. Esta ambição envolvia a realização de um museu, inaugurado em 1999, e a constituição de uma coleção nacional de arte contemporânea.
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o Museu de Arte Contemporânea


Vista do corredor de entrada do edifício do Museu de Arte Contemporânea, projeto do arquitecto Álvaro Siza Vieira e inaugurado em 1999. A abertura do Museu inicia um novo período na vida de Serralves, com uma intensa programação de exposições temporárias, coletivas e individuais, apresentando, para além de parcelas significativas da Coleção da Fundação, alguns dos mais relevantes artistas da contemporaneidade, nacionais e internacionais.
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a Colher de jardineiro, 2001


Símbolo da Fundação de Serralves, a Colher de jardineiro, 2001 [Plantoir], de Claes Oldenburg & Coosje van Bruggen
Plantoir é característica das esculturas para espaços públicos desenvolvida por esta equipa de artistas desde 1976: esculturas gigantes e coloridas, cuja forma os artistas vão buscar aos mais vulgares objetos do quotidiano, instaladas em espaços públicos, em articulação ou contraste com o seu contexto. Retirado do seu contexto original e através da grande alteração de escala, este objeto familiar adquire um caráter insólito.
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Olafur Eliasson, The curious vortex, 2019


Explore a impressionante obra do artista Olafur Eliasson apresentada entre julho de 2019 até junho de 2020. A obra, The curious vortex, 2019 exposta no Parque é composta por dois conjuntos de espirais em aço inoxidável entrelaçadas que, a partir de direções opostas se enrolam a produzir um vórtice de cinco metros de altura.
Segundo o artista: “A estrutura complexa e em espiral do pavilhão convida os visitantes a entrar e atualizar seu senso de consciência espacial”.
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A Casa de Serralves


Concebida como residência privada do 2º Conde de Vizela, Carlos Alberto Cabral, a Casa de Serralves é projetada e construída entre 1925 e 1944, sendo considerada o mais notável exemplo de um edifício art déco em Portugal. A sua autoria poderá ser atribuída, com algum cuidado, ao arquiteto francês Charles Siclis, que concebeu o projeto, e ao arquiteto Marques da Silva que o desenvolveu, alterou e executou.
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Monumento Nacional


A Fundação de Serralves, classificada como Monumento Nacional, incluí o Parque de Serralves, uma obra-prima única na área dos jardins, pela integridade biológica, arquitetónica, cultural e patrimonial que representa. O seu valor expressa-se através das estações, pela diversidade de texturas, cores e formas, cuja singularidade assenta em unidades únicas de paisagem em permanente conexão – os Jardins Formais do Museu e da Casa, a Mata e a Quinta.
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O Parterre Central


O Parterre Central desenvolve-se em patamares descendentes que partem da Casa até ao seu extremo sul, onde termina com o grande tanque da taça com chafariz. Projetado pelo arquiteto Jacques Gréber, o elemento principal e estruturante deste Parterre é a água, traduzido através de um jogo de tanques e canaletes que são completados por vegetação que confere alguma informalidade a este espaço.
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O Treetop Walk


O Treetop Walk é um novo percurso sobre-elevado face ao solo, junto à copa das árvores, e que permite uma experiência impactante de observação e estudo da biodiversidade. Tomando partido do relevo pré-existente, o passadiço mantém-se sempre à mesma altura, permitindo a visitação por todo o tipo de públicos e a observação do Lago, Mata e Quinta de Serralves.
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Uma Multiplicidade de Materiais


Uma grande variedade de materiais, muitas vezes simples ou até banais (madeira, vidro, plástico, acrílico, borracha, gesso, metal, linho, tela e feltro), objetos estes encontrados e colecionados pelo artista, receberam a sua intervenção e se metamorfosearam em uma obra de arte total.
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“Instalação Total”


Vinte anos depois o artista preparou uma exposição especificamente concebida para os es¬paços deste Museu. “Cabrita - A Roving Gaze (Um olhar inquieto)” é composta por uma “instalação total” composta por cem painéis que ocuparam diversas salas da ala esquerda do Museu.
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“Cabrita - A Roving Gaze”


Entre novembro de 2019 e março de 2020 o Museu de Serralves apresentou a exposição “Cabrita - A Roving Gaze (Um olhar inquieto)”. Dedicada à obra do artista português internacionalmente conhecido, Pedro Cabrita Reis, O artista, que faz parte da história do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, apresentou uma das primeiras exposições do recém-inaugurado Museu, em 1999.
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“sala de mármore” do Museu


A biografia do artista se apresentava ao visitante por intermédio das memórias pessoais – tangíveis e intangíveis – assim como na expressão plástica. Sons eram incorporados assim como objetos a provocar um estranhamento ou reposicionamento físico por parte do visitante.
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história da prática artística


A exposição não somente apresentava a história da prática artística de Pedro Cabrita Reis como também desafiava o visitante a refletir sobre a relação entre o edifício do Museu, as funções destas instituições e o entendimento da obra de arte, uma vez que esta era composta por uma única obra em enorme escala.
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A luz e a sombra


A luz e a sombra – elementos importantes na trajetória artística de Pedro Cabrita Reis – também estavam presentes à exposição.
A pluralidade de sua obra faz deste artista um nome incontornável para o entendimento da prática escultórica a partir de meados da década de 1980.
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AVISO x


Nesta visita virtual convidamo-lo a percorrer alguns espaços, mas lembramos que há muito mais para descobrir no local.
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A arquitetura do Treetop Walk


O Treetop Walk foi concebido pelo Arquiteto Carlos Castanheira em colaboração com o Arquiteto Álvaro Siza Vieira, assumindo um novo e relevante papel na sensibilização ambiental e do respeito pela conservação da Natureza em Serralves. Este espaço em especial - o auditório - procura ser um local convite à observação e perceção da paisagem do Parque.
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Yellow Forest, 2017


Vista do átrio do Museu e da obra Yellow Forest, 2017 do artista Olafur Eliasson por ocasião da exposição “Olafur Eliasson - O V/Nosso Futuro É Agora”. A obra é composta por Bétulas de origem local e um anel de lâmpadas de monofrequência que desafia as perceções do natural e do artificial bastante características à obra do artista dinamarquês-islandês.
### Tooltip IconButton_3D2238DF_2CDC_1D1E_41A0_EC4DBA136D52.toolTip = Fullscreen ## Media ### Title panorama_638B7E04_717C_6C74_41C9_2647E7B2A06C.label = AereaMuseu panorama_639492C3_717C_F5EC_41D9_24BA3834B937.label = Fundacao02 panorama_6394A8BD_717C_1595_41D6_A4BA1F82F9F6.label = AereaPassadico panorama_6394ADFE_717C_2F97_41C8_47D828B84CE7.label = Entrada02 panorama_6394B393_717C_346D_41C1_E223DF958A6C.label = Entrada01 panorama_63953D60_717C_ECAB_41D2_C73A6D7AFCBE.label = Jardim01 panorama_63955DF2_717C_2FAF_41C4_FBF8A5A12F1B.label = Sala04 panorama_6395628C_717D_F47B_41DC_5B9D7726BD76.label = Sala06 panorama_63956856_717C_1494_41D4_EA9162B5D1F4.label = Fundacao01 panorama_63956CF8_717D_ED9B_41C5_544EDEA041B9.label = Sala07 panorama_6395896F_717C_14B5_41D9_3788EF7D5AEA.label = Sala02 panorama_639593A0_717C_3BAB_41AB_AD2B47AF8112.label = Sala03 panorama_63959844_717C_14EB_41C7_7A604BE144F4.label = Sala05 panorama_6395986F_717C_14B4_41D8_F7021D61A074.label = Jardim02 panorama_6395A3AD_717C_3BB5_41CF_BCE9882C67D3.label = Jardim03 panorama_6395E3AF_717C_7BB5_41C0_5F5C05BAF1BF.label = Passadico02 panorama_6395F8E9_717C_15BD_41C0_E75EC0D12AA6.label = Passadico01 panorama_6395FE38_717C_2C9B_41C0_41ADD2CC6556.label = Jardim04 panorama_6395FE7B_717C_6C9C_41CB_D52642FCD611.label = Sala01 panorama_65B2924B_717C_74FC_41C9_47C1663BD56B.label = AereaFundacao ## Action ### URL LinkBehaviour_6C5492B0_601B_21F7_41D0_951A16869CCF.source = http://detalhar.pt LinkBehaviour_6C54E2B0_601B_21F7_41B8_6F2DEE609401.source = http://culturanorte.gov.pt/pt/documentos-e-multimedia/colecao-patrimonio-a-norte/