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## Tour
### Description
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tour.name = DRCN . Convento de Vilar de Frades
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Convento de Vilar de Frades
Monumento Nacional classificado em 1910, foi a casa mãe da Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista (Lóios) a quem foi cedido o espaço em 1425. A tradição remonta a sua fundação ao ano de 566, datando de 1059 o primeiro documento que refere Vilar de Frades. No século XIX o convento e respetiva cerca foram nacionalizados e vendidos em hasta pública. A igreja e a ala da sacristia ficaram propriedade do Estado Português. A abertura ao público em 2011 resultou de um processo de intervenção global, iniciado em 1997.
HTMLText_860AC737_89AC_D5D1_41B2_9ECD2CDB10DC.html = Escadaria
Acesso à galeria do claustro.
HTMLText_860EEF62_89AF_3472_41CA_442E51EFD68D.html = Cadeiral
O cadeiral e a estante do coro foram executados por António João Padilha, em 1682, seguindo o cadeiral e a planta o modelo do Mosteiro da Serra do Pilar em Vila Nova de Gaia e a estante o modelo do coro do Mosteiro de São Martinho de Tibães.
HTMLText_8611F6A6_89AC_D4F2_41E0_5C27DC36C543.html = Cela
Destaque para o rasgamento de ligação ao piso inferior.
HTMLText_862D760C_89AC_D7B7_41B4_4F6E877815C7.html = Corredor das celas
Detalhe construtivo das paredes
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HTMLText_864E6183_89AF_2CB1_41A9_70383D7661E5.html = Claustro
Fachadas exteriores das galerias poente e sul, confrontando com área privada a norte e, a nascente, a parede da construção medieval.
HTMLText_8666C0D2_89AF_2C53_4168_F4F96D34D542.html = Perspetiva geral do convento e respetiva cerca
À semelhança do sucedido com a esmagadora maioria das casas das ordens religiosas, Vilar de Frades foi nacionalizado e fragmentado em consequência do Decreto de 28 de Maio de 1834. Distingue-se, por um lado, a propriedade pública da igreja e ala conventual nascente - função cultual e paroquial - e, por outro, o domínio privado da restante parte edificada do convento e respetiva cerca - função assistencial - onde funciona a Casa de Saúde de São José, propriedade da Ordem Hospitaleira de São João de Deus.
HTMLText_866AC021_89AF_2BF1_41CC_E7C3FA0182EC.html = Patamar com grade
Acesso à galeria do claustro e coro-alto.
HTMLText_868A3E98_89AB_54DF_41B9_8536D934A240.html = Sacristia
A reforma da sacristia foi empreendida a partir de 1798-1797 com a encomenda do risco da «obra nova da sacristia, claustros e frontaria da igreja». É um espaço de planta retangular, marcado pelo retábulo neoclássico. No teto, em estuque, encontra-se representado o Espírito Santo e o sol divino, o Agnus Dei, o símbolo do arcebispado envolvendo a águia dos Lóios, para além de motivos fitomórficos. Para o embelezamento desta sacristia moderna, os Lóios encomendaram seis «grandes e ricos tremós» (dos quais subsiste apenas um), colocados entre as três janelas e outros três entre as quatro telas representando os Evangelistas, atribuídas a Pedro Alexandrino.
HTMLText_8694D4B6_89AB_54D3_41D6_95B5047CA0A8.html = Portal manuelino
Executado por João Lopes, mestre pedreiro de Guimarães e atribuído a João de Castilho.
Mistura os habituais motivos naturalistas manuelinos com elementos típicos da decoração renascentista, como os “grutescos”.
HTMLText_869EBF75_89AB_5456_41C4_0BF7F125CEC8.html = Claustro
O atual claustro, cuja construção foi interrompida em 1834, permaneceu incompleto, faltando as alas sul e poente.
HTMLText_86A61DA5_89AB_54F1_41C1_9C7F5D2DDFF4.html = Átrio
Espaço de ligação entre a igreja e a sacristia onde foi instalada a primeira receção / espaço de acolhimento do visitante em 2011.
HTMLText_86AC4515_89AB_35D1_41A2_9591F14E2D6D.html = Claustro
Vista das galerias poente sul.
HTMLText_86B13EEB_89AB_7471_41D0_083C5497314D.html = Fachada principal da Igreja do Convento
A atual fachada resulta de um conjunto de intervenções várias ocorridas ao longo dos séculos onde se conjugam os estilos românico, manuelino e neogótico revivalista, esta interrompida pela extinção das ordens religiosas em Portugal, em 1834.
HTMLText_86B8B605_89AB_37B1_41CE_815BBEF66D0C.html = Escadaria
Acesso às celas da ala do Noviciado.
HTMLText_86CDF735_89AB_55D1_41E0_2FC60D6C1E0B.html = Nave
TIgreja de traça erudita com planta em cruz latina, transepto reduzido e cabeceira orientada a nascente. Teto em abóbada nervurada edificada no século XVI.
HTMLText_86CE2135_89AB_2DD1_41D6_21662879C578.html = Claustro
Pormenor da entrada na Sala de Exposição Permanente.
HTMLText_86DDC825_89AB_5BF6_41C9_1EB5CDD3EC81.html = Nave
É o espaço onde mais se evidencia a renovação artística relacionada com as novas exigências do ritual tridentino. Desde finais do século XVII e durante o século XVIII, foi empreendida a renovação ou substituição dos altares de talha dourada, acompanhada da colocação de gradeamentos e sanefas.
HTMLText_86E6D055_89AB_2C51_41DA_2909A694ED78.html = Claustro
Galeria poente.
Acesso à Sala de Exposição Permanente.
HTMLText_86EFB582_89AB_54B3_41AE_AC68A40432A7.html = Entrada principal da igreja
Porta principal, chapeada e decorada com elementos de bronze, exibindo a data de 1694. O guarda-vento policromado antecede a entrada no templo.
HTMLText_86FE165A_89AB_5453_41D6_58F6913FB864.html = Bastitério
Pia batismal manuelina.
HTMLText_87192905_89AB_5DB1_41B3_9DE58B9E6E25.html = Capela da Almas
Revestimento integral de azulejos de temática figurativa alusiva a Santa Rita e a Santa Quitéria, da autoria de Bartolomeu Antunes e Nicolau de Freitas. Realizados em Lisboa, em 1736.
HTMLText_87425BD5_89AB_5C51_41A9_7EC4984518AB.html = Capela-mor
Datada das primeiras décadas de quinhentos, foi construída por João Lopes, de Guimarães, com risco atribuído a João de Castilho, e contou com o apoio mecenático do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
D. Diogo de Sousa, que teria pretendido que o seu túmulo fosse em Vilar, entrou em conflito com os frades quando estes colocaram no arco cruzeiro o brasão da Ordem – uma águia, evocando São João Batista – em vez do seu brasão, sustendo então o financiamento das obras.
HTMLText_8747C315_89AB_2DD1_41B9_4167617F0FA3.html = Escadaria de acesso à galeria poente
Acesso ao piso superior das celas da ala do Noviciado e Sala da Memória, presumível Livraria.
HTMLText_87494226_89AB_2FF3_41D4_AFACCB1E0EFC.html = Sala de Exposição Permanente
Painéis de azulejos pertencentes à antiga capela-mor da igreja, de onde foram transferidos entre 1752-1754, para quatro das doze capelas da nave. A musealização dos painéis teve lugar no âmbito dos trabalhos de conservação e restauro do conjunto e da reabilitação do convento, tendo sido concluída em 2006.
HTMLText_8751B415_89AB_2BD0_41DB_A2B123F630F8.html = Claustro
Piso superior da galeria poente.
HTMLText_8753ACC6_89AB_54B3_41D5_8E21EAD45F3B.html = Presbitério
O retábulo-mor, encomendado em 1696 e executado pelos mestres portuenses António Gomes e Domingos Nunes, concretiza as exigências do ritual tridentino no respeitante ao culto do Santíssimo Sacramento.
HTMLText_876619F5_89AB_5C51_41D4_A9EA9DF260F9.html = Capela de Nossa Senhora da Conceição
Revestimento integral de azulejos de temática figurativa alusiva à adoração dos pastores e dos Magos. Da autoria de Bartolomeu Antunes e de Nicolau de Freitas. Realizados em Lisboa, em 1742.
HTMLText_87743AF5_89AB_5C51_41A1_A7D0E2AB35A8.html = Transepto
Obra das primeiras décadas de quinhentos, atribuída a João de Castilho e realizada por João Lopes, de Guimarães.
As capelas colaterais foram financiadas por duas sobrinhas do Arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa.
Em 1698 é contratada a execução dos dois retábulos colaterais, em talha. Subsiste atualmente o altar do lado do Evangelho, encontrando-se o altar da parte da Epístola na Igreja matriz de Almacave – Lamego.
HTMLText_995A52D2_89DB_EC53_41DF_DD56A40D7488.html = Receção/Portal românico
Espaço de receção do visitante, inaugurado em 2015. Nos finais do século XVIII, inícios do XIX, a remodelação da fachada principal remontou e integrou, na torre sul, o portal românico. Trata-se do mais antigo elemento arquitetónico do convento, correspondente ao período românico tardio, provavelmente do último quartel do século XII.
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HTMLText_999C9DF5_89AF_3451_41D2_86B4A89E71EB.html = Coro-alto
A intensidade construtiva que marcou a vida do convento no decurso do século XVII encontra-se patente nas obras contratadas para o coro-alto, em 1682. Dessas, chegaram até à atualidade o cadeiral e a estante do coro.
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HTMLText_99AB13FC_89AC_EC57_41D1_8CBEBA350442.html = Corredor de acesso às celas
HTMLText_9F83DE3F_8D9B_1EE8_41DD_F77CE61A7C77.html = AVISO x
Nesta visita virtual convidamo-lo a percorrer alguns espaços, mas lembramos que há muito mais para descobrir no local.
### Tooltip
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